Cubismo from Silmara Nogueira
sábado, 14 de dezembro de 2013
sábado, 30 de novembro de 2013
Anabolizantes
Anabolizantes
Os anabolizantes são hormônios sintéticos comumente utilizados para aumento no tamanho dos músculos, força física e resistência. Seu uso indiscriminado acarreta sérias consequências. Conheça-as! Nos dias atuais, o culto ao corpo perfeito se tornou moda. Uma moda que leva muitas pessoas a tomarem certos tipos de medicamentos e drogas sem auxilio de um profissional. São vendidos em diversos lugares vários tipos de medicamentos, remédios para emagrecer, para acabar com a flacidez entre outros. Algumas pessoas, que não aceitam o próprio corpo, e querem se tornar mais “fortes” e musculosas, acabam fazendo uso de anabolizantes sem saberem as consequências que o uso desse hormônio poderá acarretar em um futuro bem próximo. Os anabolizantes são hormônios sintéticos fabricados a partir do hormônio sexual masculino, testosterona. Quem os toma terá aumento no tamanho dos músculos, força física e aumento da resistência. Há alguns anos essas drogas eram utilizadas somente para tratamento de algumas disfunções hormonais ou desgaste muscular. Hoje em dia são bastante conhecidas por atletas e fisiculturistas. As pessoas que fazem uso deste tipo de droga estão em busca de um corpo sarado, redução da gordura corporal e melhor desempenho nos esportes. Os anabolizantes podem ser encontrados nas formas de comprimidos, cápsulas ou injeções intramusculares. Em competições esportivas, se o atleta que estiver competindo for pego usando esse tipo de substância, será automaticamente desclassificado e punido pelo órgão de desporto responsável pela competição. Homens e mulheres que fazem uso dessa droga têm como consequências aumento nos pelos do corpo e rosto, acne, queda de cabelo, engrossamento da voz, irregularidade nos ciclos menstruais, disfunções testiculares, como redução na produção de esperma; alterações comportamentais e de humor, impotência sexual, hipertensão, ataques cardíacos. Nos homens ainda observamos a ginecomastia (desenvolvimento dos seios). Os anabolizantes podem causar dependência, mas não são considerados como risco para consumo de outras drogas. Por Paula Louredo Graduada em Biologia 10 Coisas que Você Precisa Saber Sobre Uso de Anabolizantes O uso de anabolizantes vem se tornando, a cada dia, um hábito comum, principalmente pelas pessoas que praticam esportes, para aumentar a competitividade, ajudar na cura de lesões ou simplesmente por questões estéticas. Porém, o consumo excessivo desse tipo de produto é muito perigoso e pode causar danos irreparáveis ao corpo humano. 1. Os esteróides androgênicos anabólicos, mas conhecidos como anabolizantes, é um produto derivado principalmente da testosterona, hormônio responsável por muitas características que diferem homem e mulher. Eles atuam no crescimento celular e em tecidos do corpo, como o ósseo e o muscular. 2. O uso de anabolizantes gera efeitos colaterais, tanto em homens e mulheres, como: aumento de acnes, queda do cabelo, distúrbios da função do fígado, tumores no fígado, explosões de ira ou comportamento agressivo, paranóia, alucinações, psicoses, coágulos de sangue, retenção de líquido no organismo, aumento da pressão arterial e risco de adquirir doenças transmissíveis (AIDS, Hepatite). 3. No caso das mulheres, o uso de anabolizantes pode gerar características masculinas no corpo, como engrossamento da voz e surgimento de pêlos além do normal. Além disso, aumento do tamanho do clitóris, irregularidade ou interrupção das menstruações, diminuição dos seios e aumento de apetite. 4. Nos homens, o excesso de anabolizantes pode causar aparecimento de mamas, redução dos testículos, diminuição da contagem dos espermatozóides e calvície. 5. Em adolescentes, as consequências podem ser piores, como comprometimento do crescimento, maturação óssea acelerada, aumento da frequência e duração das ereções, desenvolvimento sexual precoce, hipervirilização, crescimento do falo (hipogonadismo ou megalofalia), aumentos dos pelos púbicos e do corpo, além do ligeiro crescimento de barba. 6. Esses hormônios podem ser usados clinicamente e, ocasionalmente, serem prescritos sob orientação médica para repor o hormônio deficiente em alguns homens e para ajudar pacientes aidéticos a recuperar peso. Nos casos de necessidade clínica, os pacientes são indicados a tomarem apenas doses mínimas para apenas regularizar sua disfunção. 7. O uso das injeções de anabolizantes esteróides pode levar ao risco de infecção pelo HIV e vírus da hepatite, se as agulhas forem compartilhadas. Esteróides Anabólicos obtidos sem uma prescrição não são confiáveis, pois podem conter outras substâncias, os frascos podem não ser estéreis e, além disso, é possível que nem esteróides contenham. 8. Usar anabolizantes, sem orientação médica, é proibido, além de ser de grande risco para a saúde. Entretanto, por aumentarem a massa muscular, estas drogas têm sido cada vez mais procuradas e utilizadas por alguns atletas para melhorar a performance física e por outras pessoas para obter uma melhor aparência muscular. 9. Um estudo de 2007 traçou o perfil do usuário de anabolizantes no mundo. De acordo com os dados, o usuário típico não é o adolescente ou o atleta, mas o homem de cerca de 30 anos, bem educado e com renda alta, segundo um estudo publicado hoje. Foram pesquisados 2.663 homens e mulheres de 81 países, indicando que o motivo principal para o uso desses compostos é o aumento da musculatura. 10. Muitos atletas consomem anabolizantes a fim de conseguirem uma melhora na performance dentro do esporte. Os anabolizantes, quando entram em contato com as células do tecido muscular, aumentam o tamanho dos músculos do corpo humano. Porém, isso é caracterizado Doping, e o esportista pode ser punido por isso, como já ocorreu em inúmeros casos. Dependendo da situação, o atleta pode ser banido do esporte.
Os anabolizantes são hormônios sintéticos comumente utilizados para aumento no tamanho dos músculos, força física e resistência. Seu uso indiscriminado acarreta sérias consequências. Conheça-as! Nos dias atuais, o culto ao corpo perfeito se tornou moda. Uma moda que leva muitas pessoas a tomarem certos tipos de medicamentos e drogas sem auxilio de um profissional. São vendidos em diversos lugares vários tipos de medicamentos, remédios para emagrecer, para acabar com a flacidez entre outros. Algumas pessoas, que não aceitam o próprio corpo, e querem se tornar mais “fortes” e musculosas, acabam fazendo uso de anabolizantes sem saberem as consequências que o uso desse hormônio poderá acarretar em um futuro bem próximo. Os anabolizantes são hormônios sintéticos fabricados a partir do hormônio sexual masculino, testosterona. Quem os toma terá aumento no tamanho dos músculos, força física e aumento da resistência. Há alguns anos essas drogas eram utilizadas somente para tratamento de algumas disfunções hormonais ou desgaste muscular. Hoje em dia são bastante conhecidas por atletas e fisiculturistas. As pessoas que fazem uso deste tipo de droga estão em busca de um corpo sarado, redução da gordura corporal e melhor desempenho nos esportes. Os anabolizantes podem ser encontrados nas formas de comprimidos, cápsulas ou injeções intramusculares. Em competições esportivas, se o atleta que estiver competindo for pego usando esse tipo de substância, será automaticamente desclassificado e punido pelo órgão de desporto responsável pela competição. Homens e mulheres que fazem uso dessa droga têm como consequências aumento nos pelos do corpo e rosto, acne, queda de cabelo, engrossamento da voz, irregularidade nos ciclos menstruais, disfunções testiculares, como redução na produção de esperma; alterações comportamentais e de humor, impotência sexual, hipertensão, ataques cardíacos. Nos homens ainda observamos a ginecomastia (desenvolvimento dos seios). Os anabolizantes podem causar dependência, mas não são considerados como risco para consumo de outras drogas. Por Paula Louredo Graduada em Biologia 10 Coisas que Você Precisa Saber Sobre Uso de Anabolizantes O uso de anabolizantes vem se tornando, a cada dia, um hábito comum, principalmente pelas pessoas que praticam esportes, para aumentar a competitividade, ajudar na cura de lesões ou simplesmente por questões estéticas. Porém, o consumo excessivo desse tipo de produto é muito perigoso e pode causar danos irreparáveis ao corpo humano. 1. Os esteróides androgênicos anabólicos, mas conhecidos como anabolizantes, é um produto derivado principalmente da testosterona, hormônio responsável por muitas características que diferem homem e mulher. Eles atuam no crescimento celular e em tecidos do corpo, como o ósseo e o muscular. 2. O uso de anabolizantes gera efeitos colaterais, tanto em homens e mulheres, como: aumento de acnes, queda do cabelo, distúrbios da função do fígado, tumores no fígado, explosões de ira ou comportamento agressivo, paranóia, alucinações, psicoses, coágulos de sangue, retenção de líquido no organismo, aumento da pressão arterial e risco de adquirir doenças transmissíveis (AIDS, Hepatite). 3. No caso das mulheres, o uso de anabolizantes pode gerar características masculinas no corpo, como engrossamento da voz e surgimento de pêlos além do normal. Além disso, aumento do tamanho do clitóris, irregularidade ou interrupção das menstruações, diminuição dos seios e aumento de apetite. 4. Nos homens, o excesso de anabolizantes pode causar aparecimento de mamas, redução dos testículos, diminuição da contagem dos espermatozóides e calvície. 5. Em adolescentes, as consequências podem ser piores, como comprometimento do crescimento, maturação óssea acelerada, aumento da frequência e duração das ereções, desenvolvimento sexual precoce, hipervirilização, crescimento do falo (hipogonadismo ou megalofalia), aumentos dos pelos púbicos e do corpo, além do ligeiro crescimento de barba. 6. Esses hormônios podem ser usados clinicamente e, ocasionalmente, serem prescritos sob orientação médica para repor o hormônio deficiente em alguns homens e para ajudar pacientes aidéticos a recuperar peso. Nos casos de necessidade clínica, os pacientes são indicados a tomarem apenas doses mínimas para apenas regularizar sua disfunção. 7. O uso das injeções de anabolizantes esteróides pode levar ao risco de infecção pelo HIV e vírus da hepatite, se as agulhas forem compartilhadas. Esteróides Anabólicos obtidos sem uma prescrição não são confiáveis, pois podem conter outras substâncias, os frascos podem não ser estéreis e, além disso, é possível que nem esteróides contenham. 8. Usar anabolizantes, sem orientação médica, é proibido, além de ser de grande risco para a saúde. Entretanto, por aumentarem a massa muscular, estas drogas têm sido cada vez mais procuradas e utilizadas por alguns atletas para melhorar a performance física e por outras pessoas para obter uma melhor aparência muscular. 9. Um estudo de 2007 traçou o perfil do usuário de anabolizantes no mundo. De acordo com os dados, o usuário típico não é o adolescente ou o atleta, mas o homem de cerca de 30 anos, bem educado e com renda alta, segundo um estudo publicado hoje. Foram pesquisados 2.663 homens e mulheres de 81 países, indicando que o motivo principal para o uso desses compostos é o aumento da musculatura. 10. Muitos atletas consomem anabolizantes a fim de conseguirem uma melhora na performance dentro do esporte. Os anabolizantes, quando entram em contato com as células do tecido muscular, aumentam o tamanho dos músculos do corpo humano. Porém, isso é caracterizado Doping, e o esportista pode ser punido por isso, como já ocorreu em inúmeros casos. Dependendo da situação, o atleta pode ser banido do esporte.
terça-feira, 26 de novembro de 2013
TIPOS DE GINÁSTICA
TIPOS DE GINÁSTICA
Por Fernanda Lima A ginástica é uma forma de exercícios físicos que é classificada em duas modalidades, as competitivas onde existe competição, como nas olimpíadas e também as não competitivas, como as praticadas em academias. A ginástica muitas vezes é procurada para quem quer melhorar o corpo, emagrecer ou até mesmo fortalecer os músculos e também melhorar o aperfeiçoamento mental em forma de relaxar a mente. A ginástica desenvolveu-se efetivamente na Grécia antiga, a partir do exercícios que os soldados praticavam, incluindo habilidades e também acrobacias. A palavra Ginástica, surgiu do grego Gymnastiké, que é a arte de fortificar o corpo e também dar-lhe agilidade. Ela se tornou um esporte olímpico a partir da Grécia, pois os gregos começaram a utilizar nas Olimpíadas de Atenas no ano de 1896, mas só para os homens. E foi no ano de 1928 que a participação das mulheres foi liberada em Amsterdã. Como foi citado no começo do texto a ginástica é classificada em duas modalidades, as competitivas e não competitivas. Entre as competitivas estão: - Ginástica acrobática: que tem como objetivo fazer acrobacias de forma que se tenha habilidade, força, equilíbrio, flexibilidade e também é realizada em equipe; - Ginástica artística: também é uma forma que se deve ter força, equilíbrio e habilidade, um exemplo, é o cavalo de alças; Ginástica rítmica: esta modalidade envolve movimentos em forma de dança em variados tipos e dificuldades e também com a utilização de pequenos equipamentos; - Ginástica de Trampolin: nesta modalidade são usados um e dois trampolins para um ou dois atletas que devem executar uma série de dez elementos; Entre as não-competivas estão: - Contorcionismo que consiste em exercitar movimentos de flexibilidade poucos comuns e geralmente é mais usado em espetáculos de circo; - Ginástica cerebral: praticada através de exercícios e movimentos coordenados do corpo que, executados de maneira apropriada,acessam e estimulam partes específicas do cérebro; - Ginástica laboral: geralmente praticada no ambiente de trabalho para funcionários, durante o horário de trabalho, para se evitar lesões de esforços repetitivos; - Ginástica localizada de academia: são os exercícios feitos em academias que ajudar o condicionamento físico e também emagrecer e para alguns também o fortalecimento muscular ; - Hidroginástica: melhora a capacidade aeróbica e cardiorrespiratória e como o nome já diz é uma ginástica praticada na água; Além de muitos procurarem ela para dar formas ao corpo e também ajudar a emagrecer, ela também é mostrada como forma de arte, como por exemplo, a ginástica olímpica. A ginástica não consiste apenas em exercícios feitos em academia, de certa forma ela é tudo que faz você movimentar seu corpo de forma que se exercite. Referências: http://www.copacabanarunners.net/ginastica-2.html http://nspublio.sites.uol.com.br/ http://pt.oboulo.com/ginastica-exercicios-tradicionais-novas-tendencias-e-materiais-alternativos-revisao-de-58852.html
Por Fernanda Lima A ginástica é uma forma de exercícios físicos que é classificada em duas modalidades, as competitivas onde existe competição, como nas olimpíadas e também as não competitivas, como as praticadas em academias. A ginástica muitas vezes é procurada para quem quer melhorar o corpo, emagrecer ou até mesmo fortalecer os músculos e também melhorar o aperfeiçoamento mental em forma de relaxar a mente. A ginástica desenvolveu-se efetivamente na Grécia antiga, a partir do exercícios que os soldados praticavam, incluindo habilidades e também acrobacias. A palavra Ginástica, surgiu do grego Gymnastiké, que é a arte de fortificar o corpo e também dar-lhe agilidade. Ela se tornou um esporte olímpico a partir da Grécia, pois os gregos começaram a utilizar nas Olimpíadas de Atenas no ano de 1896, mas só para os homens. E foi no ano de 1928 que a participação das mulheres foi liberada em Amsterdã. Como foi citado no começo do texto a ginástica é classificada em duas modalidades, as competitivas e não competitivas. Entre as competitivas estão: - Ginástica acrobática: que tem como objetivo fazer acrobacias de forma que se tenha habilidade, força, equilíbrio, flexibilidade e também é realizada em equipe; - Ginástica artística: também é uma forma que se deve ter força, equilíbrio e habilidade, um exemplo, é o cavalo de alças; Ginástica rítmica: esta modalidade envolve movimentos em forma de dança em variados tipos e dificuldades e também com a utilização de pequenos equipamentos; - Ginástica de Trampolin: nesta modalidade são usados um e dois trampolins para um ou dois atletas que devem executar uma série de dez elementos; Entre as não-competivas estão: - Contorcionismo que consiste em exercitar movimentos de flexibilidade poucos comuns e geralmente é mais usado em espetáculos de circo; - Ginástica cerebral: praticada através de exercícios e movimentos coordenados do corpo que, executados de maneira apropriada,acessam e estimulam partes específicas do cérebro; - Ginástica laboral: geralmente praticada no ambiente de trabalho para funcionários, durante o horário de trabalho, para se evitar lesões de esforços repetitivos; - Ginástica localizada de academia: são os exercícios feitos em academias que ajudar o condicionamento físico e também emagrecer e para alguns também o fortalecimento muscular ; - Hidroginástica: melhora a capacidade aeróbica e cardiorrespiratória e como o nome já diz é uma ginástica praticada na água; Além de muitos procurarem ela para dar formas ao corpo e também ajudar a emagrecer, ela também é mostrada como forma de arte, como por exemplo, a ginástica olímpica. A ginástica não consiste apenas em exercícios feitos em academia, de certa forma ela é tudo que faz você movimentar seu corpo de forma que se exercite. Referências: http://www.copacabanarunners.net/ginastica-2.html http://nspublio.sites.uol.com.br/ http://pt.oboulo.com/ginastica-exercicios-tradicionais-novas-tendencias-e-materiais-alternativos-revisao-de-58852.html
O que é IMC?
IMC é uma sigla utilizada para Índice de Massa Corporal. O Índice de Massa Corporal é uma medida utilizada para medir a obesidade adotada pela Organização Mundial de Saúde (OMS). É o padrão internacional para avaliar o grau de obesidade. O sobrepeso e a obesidade, indicados pelo IMC, são fatores de risco para doenças tais como a hipertensão arterial, a doença arterial coronariana e o diabetes melittus, além de outras patologias consideradas de alto risco para a Saúde Pública. Hoje em dia, o IMC é utilizado como forma de comparar a saúde de populações, ou até mesmo definir prescrição de medicações. Os valores de IMC são independentes de idade e sexo. Apesar disso, o IMC pode não corresponder ao mesmo grau de gordura em diferentes populações devido às diferentes proporções do corpo. Riscos à saúde associados ao aumento do IMC devem ser constantemente observados e interpretados, já que podem ser diferentes em cada população. Como Calcular o meu IMC? O cálculo do IMC é feito dividindo o peso (em quilogramas) pela altura (em metros) ao quadrado. É simples calcular o seu IMC. Por exemplo, se o seu peso é 80kg e a sua altura é 1,80m, fórmula para calcular oIMC ficará: IMC = 80 ÷ 1,802 IMC = 80 ÷ 3,24 IMC = 24,69 De acordo com a tabela de IMC, você está no seu peso ideal. Outro exemplo, se você pesa 70kg e mede 1,50m, o cálculo do IMC será: IMC = 70 ÷ 1,502 IMC = 70 ÷ 2,25 IMC = 31,11 De acordo com a tabela de IMC, você está com obesidade de nível 1. Resultado Situação Abaixo de 17 Muito abaixo do peso Entre 17 e 18,49 Abaixo do peso Entre 18,5 e 24,99 Peso normal Entre 25 e 29,99 Acima do peso Entre 30 e 34,99 Obesidade I Entre 35 e 39,99 Obesidade II (severa) Acima de 40 Obesidade III (mórbida) . Limitações do IMC Ultimamente, vem acontecendo debates sobre se há necessidade do desenvolvimento de diferentes níveis de medida na tabela de IMC de acordo com diferentes grupos étnicos. Isso acontece devido à evidência de que as associações entre IMC, percentagem de gordura corporal e distribuição da gordura corporal diferem entre populações e, portanto, os riscos de saúde podem aumentar abaixo do ponto de corte de 25 kg/m2 que define o sobrepeso classificação atual da OMS. Já houveram algumas tentativas de interpretar o IMC diferentemente em populações asiáticas e do Pacífico, mas nenhuma alteração foi adotada. Um grupo de trabalho foi formado por especialistas da OMS e está realizando uma nova revisão e avaliação dos dados disponíveis sobre a relação entre a circunferência da cintura e o risco para a saúde. Veja abaixo uma lista com algumas das limitações do IMC: 1. A partir do IMC não é possível diferenciar os oponentes gordo e magro da massa corporal; 2. A partir do IMC pessoas brevilíneas e/ou musculosas podem ter um valor de Índice de Massa Corporal inadequado à sua realidade e serem consideradas obesas; 3. Diferenças étnicas influenciam no IMC. Por exemplo: descendentes asiáticos podem ser considerados mais obesos; 4. Para idosos, o IMC possui uma classificação diferenciada. IMC brasileiro O IMC, Índice de Massa Corporal, foi criado no século XIX, e possui algumas limitações. Para realizar o cálculo, utiliza informações como o peso e a altura apenas, o que acaba não sendo o suficiente, já que muitas pessoas têm um peso mais elevado, mas é de massa magra, além de outras falhas. O problema é que quando o resultado do IMC de uma pessoa vai de 20 a 25, ela é considerada saudável. Mas de acordo com uma pesquisa realizada pela USP de Ribeirão Preto, esse grupo de pessoas corre o risco de desenvolver doenças consideradas crônicas, como diabetes e hipertensão. A pesquisa realizada pela USP propõe uma nova forma de se calcular o índice de massa corporal, voltado, especialmente, para quem tem o IMC na faixa dos 20 a 25, os considerados totalmente saudáveis de acordo com o método antigo. Um Método que Não Generaliza Uma das características mais importantes do método sugerido pelos pesquisadores da USP de Ribeirão Preto, é que ele não generaliza as pessoas apenas pelo peso e altura. Trata-se de informações mais detalhadas que podem ser muito mais eficientes para diagnosticar possíveis doenças crônicas que o paciente possa ter. Um dos grandes problemas do método antigo para se calcular o IMC é que ele acaba generalizando pessoas apenas pelo peso e altura, o que não é correto, já que cada ser humano é diferente do outro. O cálculo proposto funciona da seguinte forma: As informações de peso e altura usadas no antigo IMC são levadas em conta também, mas em conjunto com informações obtidas por meio do aparelho de impedância bioelétrica. Aparelho de Impedância Bioelétrica O nome parece estranho, mas não é tão complicado de entender o seu funcionamento. O aparelho é bastante semelhante a uma balança, dessas que as pessoas têm no banheiro. Entretanto, ele conta com fios que estão ligados a dois bastões. A pessoa a ser analisada deve subir na balança e segurar esses bastões por cerca de 30 segundos. Durante esses 30 segundos, o aparelho irá calcular, por meio da corrente elétrica, a quantidade de massa gorda do corpo. Dessa forma, pessoas que malham e têm um peso elevado por causa da massa magra, aqui não serão consideradas com sobrepeso ou obesas. A única “desvantagem” do método brasileiro é que ele não pode ser feito em casa, como o IMC criado no século XIX. Por outro lado, ele já é facilmente encontrado em aca
demias e consultórios de nutricionistas e endocrinologistas.
A pesquisa, de autoria da nutricionista Mirele Mialich Grecco, continua em andamento e será ampliada para que se tenha uma amostra mais próxima da média do Índice de Massa Corporal do brasileiro.
IMC é uma sigla utilizada para Índice de Massa Corporal. O Índice de Massa Corporal é uma medida utilizada para medir a obesidade adotada pela Organização Mundial de Saúde (OMS). É o padrão internacional para avaliar o grau de obesidade. O sobrepeso e a obesidade, indicados pelo IMC, são fatores de risco para doenças tais como a hipertensão arterial, a doença arterial coronariana e o diabetes melittus, além de outras patologias consideradas de alto risco para a Saúde Pública. Hoje em dia, o IMC é utilizado como forma de comparar a saúde de populações, ou até mesmo definir prescrição de medicações. Os valores de IMC são independentes de idade e sexo. Apesar disso, o IMC pode não corresponder ao mesmo grau de gordura em diferentes populações devido às diferentes proporções do corpo. Riscos à saúde associados ao aumento do IMC devem ser constantemente observados e interpretados, já que podem ser diferentes em cada população. Como Calcular o meu IMC? O cálculo do IMC é feito dividindo o peso (em quilogramas) pela altura (em metros) ao quadrado. É simples calcular o seu IMC. Por exemplo, se o seu peso é 80kg e a sua altura é 1,80m, fórmula para calcular oIMC ficará: IMC = 80 ÷ 1,802 IMC = 80 ÷ 3,24 IMC = 24,69 De acordo com a tabela de IMC, você está no seu peso ideal. Outro exemplo, se você pesa 70kg e mede 1,50m, o cálculo do IMC será: IMC = 70 ÷ 1,502 IMC = 70 ÷ 2,25 IMC = 31,11 De acordo com a tabela de IMC, você está com obesidade de nível 1. Resultado Situação Abaixo de 17 Muito abaixo do peso Entre 17 e 18,49 Abaixo do peso Entre 18,5 e 24,99 Peso normal Entre 25 e 29,99 Acima do peso Entre 30 e 34,99 Obesidade I Entre 35 e 39,99 Obesidade II (severa) Acima de 40 Obesidade III (mórbida) . Limitações do IMC Ultimamente, vem acontecendo debates sobre se há necessidade do desenvolvimento de diferentes níveis de medida na tabela de IMC de acordo com diferentes grupos étnicos. Isso acontece devido à evidência de que as associações entre IMC, percentagem de gordura corporal e distribuição da gordura corporal diferem entre populações e, portanto, os riscos de saúde podem aumentar abaixo do ponto de corte de 25 kg/m2 que define o sobrepeso classificação atual da OMS. Já houveram algumas tentativas de interpretar o IMC diferentemente em populações asiáticas e do Pacífico, mas nenhuma alteração foi adotada. Um grupo de trabalho foi formado por especialistas da OMS e está realizando uma nova revisão e avaliação dos dados disponíveis sobre a relação entre a circunferência da cintura e o risco para a saúde. Veja abaixo uma lista com algumas das limitações do IMC: 1. A partir do IMC não é possível diferenciar os oponentes gordo e magro da massa corporal; 2. A partir do IMC pessoas brevilíneas e/ou musculosas podem ter um valor de Índice de Massa Corporal inadequado à sua realidade e serem consideradas obesas; 3. Diferenças étnicas influenciam no IMC. Por exemplo: descendentes asiáticos podem ser considerados mais obesos; 4. Para idosos, o IMC possui uma classificação diferenciada. IMC brasileiro O IMC, Índice de Massa Corporal, foi criado no século XIX, e possui algumas limitações. Para realizar o cálculo, utiliza informações como o peso e a altura apenas, o que acaba não sendo o suficiente, já que muitas pessoas têm um peso mais elevado, mas é de massa magra, além de outras falhas. O problema é que quando o resultado do IMC de uma pessoa vai de 20 a 25, ela é considerada saudável. Mas de acordo com uma pesquisa realizada pela USP de Ribeirão Preto, esse grupo de pessoas corre o risco de desenvolver doenças consideradas crônicas, como diabetes e hipertensão. A pesquisa realizada pela USP propõe uma nova forma de se calcular o índice de massa corporal, voltado, especialmente, para quem tem o IMC na faixa dos 20 a 25, os considerados totalmente saudáveis de acordo com o método antigo. Um Método que Não Generaliza Uma das características mais importantes do método sugerido pelos pesquisadores da USP de Ribeirão Preto, é que ele não generaliza as pessoas apenas pelo peso e altura. Trata-se de informações mais detalhadas que podem ser muito mais eficientes para diagnosticar possíveis doenças crônicas que o paciente possa ter. Um dos grandes problemas do método antigo para se calcular o IMC é que ele acaba generalizando pessoas apenas pelo peso e altura, o que não é correto, já que cada ser humano é diferente do outro. O cálculo proposto funciona da seguinte forma: As informações de peso e altura usadas no antigo IMC são levadas em conta também, mas em conjunto com informações obtidas por meio do aparelho de impedância bioelétrica. Aparelho de Impedância Bioelétrica O nome parece estranho, mas não é tão complicado de entender o seu funcionamento. O aparelho é bastante semelhante a uma balança, dessas que as pessoas têm no banheiro. Entretanto, ele conta com fios que estão ligados a dois bastões. A pessoa a ser analisada deve subir na balança e segurar esses bastões por cerca de 30 segundos. Durante esses 30 segundos, o aparelho irá calcular, por meio da corrente elétrica, a quantidade de massa gorda do corpo. Dessa forma, pessoas que malham e têm um peso elevado por causa da massa magra, aqui não serão consideradas com sobrepeso ou obesas. A única “desvantagem” do método brasileiro é que ele não pode ser feito em casa, como o IMC criado no século XIX. Por outro lado, ele já é facilmente encontrado em aca
sexta-feira, 4 de outubro de 2013
sexta-feira, 6 de setembro de 2013
Por que precisamos usar a tecnologia na escola?
Precisamos
fazer uso da tecnologia na escola para que possamos estabelecer um
maior contato e nos aproximarmos ainda mais dos nossos alunos.
Professores são facilitadores de aprendizagem e portanto devem
adequar-se a realidade atual, ou seja, devem levar a tecnologia para
a sala de aula, pois a nova geração já nasceu sob influencia
tecnológica estando dessa forma bastante habituados com ela. E fazem
uso dessa tecnologia com muita naturalidade.
“O
papel da escola como dispositivo de inclusão e democratização do
saber é extremamente importante, fundamental para a formação de
usuários competentes, criativos e críticos (distanciados), capazes
de colocar as TICs a serviço da criatividade humana e da
solidariedade social. Para isso todavia serão necessários grandes
esforços de formação de profissionais, além de formas competentes
e eficazes de equipamentos , que façam da escola um espaço de
descoberta e formação de crianças e jovens para exercerem sua
cidadania e sua criatividade na “sociedade digital."(BELLONI,
2010, p. 123).
Assinar:
Postagens (Atom)



